Vereadores aprovam cobrança de multa a partir de R$ 159 para quem alimentar pombos em São Lourenço

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Foi aprovado nesta segunda-feira (10.09) o projeto de lei complementar 60/2018, que estipula entre R$ 159,57 e R$ 797,85 (uma a cinco vezes a UFM – Unidade Fiscal do Município) o valor da multa para quem alimentar pombos em São Lourenço. Em caso de reincidência, a cobrança poderá ser dobrada. A medida vale em outros casos previstos no Artigo 179 do Capítulo XIII (Medidas Referentes aos Animais).

O texto foi aprovado após a publicação, em junho, da lei complementar 57/2018, que estabeleceu a proibição de dar comida aos pombos “nos espaços públicos ou particulares do município, exceto com autorização da vigilância sanitária ou outro órgão que tenha competência para tal”. De acordo com o vereador Orlando da Silva Gomes (PRB), autor dos dois projetos, o objetivo é minimizar os riscos trazidos pela espécie à saúde humana, por meio do controle populacional. A lei começa a valer após a sanção da prefeita Célia Cavalcanti.

Requerimentos

Foi aprovado por unanimidade o requerimento de Waldinei Alves Ferreira (PV). Ele solicitou informações sobre a localização dos arquivos da Casa da Cultura. Segundo o vereador, o incêndio ocorrido há uma semana e meia no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, serviu como um alerta para que os documentos oficiais sejam preservados.

Tribuna Livre

Durante a vigésima sétima sessão ordinária do ano o novo secretário de Saúde de São Lourenço, Wilton José Negreiros Junqueira, nomeado na semana passada pela prefeita Célia Cavalcanti, utilizou a Tribuna Livre para falar do trabalho dele frente à pasta. O médico afirmou que fará uma gestão participativa, com realização de audiências púbicas junto à população e diálogo constante com a Câmara Municipal.

Os vereadores fizeram perguntas sobre as medidas que ele pretende tomar para a melhoria dos serviços de saúde na cidade. Em relação ao prédio da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de São Lourenço, que se encontra vazio, Wilton disse que será utilizado pelo hospital, como pronto socorro, e pelo próprio município.  Também afirmou que a contratação de um pneumologista é essencial. Outras questões abordadas foram o Centro Viva Vida, a implantação de um centro de pediatria e a necessidade de diminuir as filas nos pontos de atendimento.