Vereadores aprovam realização de concurso público para CISAB e ARISSMIG

228

A Câmara Municipal de São Lourenço aprovou, na noite desta segunda-feira (20.08), a criação de cargos públicos e vagas para o setor administrativo do Consórcio Intermunicipal de Saneamento Básico do Sul de Minas Gerais (CISAB SUL) e da Agência de Regulação Intermunicipal do Sul de Minas Gerais (ARISSMIG). A medida entrou em pauta no dia 11 de junho de 2018, por meio do projeto de lei 2889.

Para que as mais de 20 vagas, destinadas à cidade de Boa Esperança, saiam do papel é necessário que todos os municípios que participam do CISAB SUL e da ARISSMIG aprovem o documento. No texto, está prevista a nomeação de três diretores contratados: superintendente, administrativo e financeiro e técnico operacional. Além disso, o projeto pede a realização de concurso público para o preenchimento dos cargos de contador, farmacêutico bioquímico, secretário, motorista, auxiliar de serviços gerais, agente administrativo, assessor administrativo, procurado jurídico, ouvidor, analistas de fiscalização e regulação nas áreas de engenharia ambiental, engenharia civil, biologia, contabilidade, economia e administração e assistente de informática.  Os salários vão de R$1.121 a R$ 5 mil.

Três requerimentos ainda foram aprovados na 24ª reunião ordinária do ano. Natanael Paulino de Oliveira (PPS) solicitou informações sobre a classe dos auxiliares de creche. O documento enviado à Administração Municipal questiona sobre a gratificação dos profissionais que já estão em atuação, a possibilidade de inserção deles no regime CLT, a contratação de novos funcionários e a existência de cursos de capacitação.

Já Paulo Gilson Chopinho de Castro Ribeiro (PSC) pediu ao Poder Executivo o envio da data de abertura dos trabalhos realizado pela empresa de auditoria do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto). Outro requerimento aprovado foi de Waldinei Alves Ferreira (PV). O vereador afirmou que os pacientes do Consórcio Intermunicipal de Saúde não têm direito ao retorno de atendimento médico sem oneração até um mês após a consulta, como acontece geralmente na rede particular, e questionou o motivo.